Quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
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Coral Mato Grosso une rasqueado à música eletrônica; confira o resultado

"O Falar Cuiabano", primeira música lançada pelo projeto Música Mato-grossense Tipo Exportação, já está disponível no canal do Coral Mato Grosso

Coral Mato Grosso une rasqueado à música eletrônica; confira o resultado

Em dezembro será o lançamento oficial do novo álbum e de um mini-documentário, produtos previstos no projeto Música Mato-Grossense Tipo Exportação, que recebe incentivo da Lei Aldir Blanc

Foto: Henrique Santian

Tchá por Deus! O coral mais cuiabano de Mato Grosso está a caminho das pistas de dança. Em um projeto inovador, o grupo de coralistas que há 27 anos exalta o linguajar cuiabano, agora une música folclórica à eletrônica. Qué vê, iscuta!

A primeira a ser lançada – de sete canções selecionadas para o projeto inovador – é a "O Falar Cuiabano". De cara nova, já pode ser apreciada no canal do Coral Mato Grosso no YouTube. No decorrer das próximas semanas o público poderá conferir como ficaram as outras seis faixas. Foi o produtor musical e arranjador José Stival quem trabalhou no remix das músicas, a convite do diretor artístico e produtor, Rogê Além.

Um evento em dezembro marcará o lançamento oficial do novo álbum e de um mini-documentário, produtos previstos no projeto Música Mato-Grossense Tipo Exportação, que recebe incentivo da Lei Aldir Blanc. O edital foi realizado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), em parceria com o Governo Federal, por meio da Secretaria Nacional de Cultura, do Ministério do Turismo. 

Sônia Mazetto ficou eufórica quando conferiu as intervenções eletrônicas nas faixas que, até então, eram totalmente orgânicas. “Quando ouvi pela primeira vez, pensei: ‘esse é só o começo. Não vamos parar'’’, relembra. A maestrina do Coral Mato Grosso acredita que a música folclórica se oxigenou com novos fragmentos.

Foi durante a pandemia que a ideia surgiu. Sônia estava inquieta pela suspensão imperativa dos ensaios e apresentações. Foi então que a tecnologia se tornou válvula de escape. Ela convocou o músico Rogê Além, que já realiza um trabalho na área da música eletrônica, para ser o diretor artístico e produtor do projeto que é divisor de águas na história do coral.

“Das pesquisas que eu já realizava, vi que o downtempo se encaixava como uma luva ao som orgânico do coral. E então, com as habilidades do produtor musical José Stival, promovemos a intersecção da música folclórica mato-grossense com este que é um subgênero da música eletrônica. Acredito que foi uma aposta muito bem-sucedida, de universalizar o sotaque cuiabano, o rasqueado e assim, recriar a linguagem da música regionalizada”, explica.

No downtempo, as usuais batidas rápidas e dançantes da música eletrônica dão lugar a padrões de ritmo mais espaçados para que assim possam ser preenchidos por linhas melódicas e harmônicas mais consistentes. Bandas como a Portishead, Gotan Project, Massive Attack e Morcheeba são algumas das que se enveredam pelo gênero.

Confira a faixa:

 

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